"Previsões de Outono da OCDE mostram recuperação gradual” O texto apresentado mostra-nos, através das previsões macroeconómicas da OCDE analisadas por João Vítor Sousa, a recuperação gradual da economia norte-americana, europeia e posteriormente portuguesa, do Outono do ano corrente. Verifica-se que a nível mundial o crescimento permanecerá negativo em 2009, contudo em 2010 atingirá um crescimento positivo de 3,4%, ainda que o desemprego continue em níveis elevados. É importante referir que o indicador utilizado para comparar o nível de crescimento destas zonas económicas é o PIB (produto interno bruto), que reflecte a procura interna (gasto público ₊ consumo privado ₊investimento) e a procura externa (o diferencial entre as exportações e as importações).
Analisando as economias norte-americana e europeia, estas deverão verificar uma recuperação económica positiva. Este ano ainda em contracção, irá situar-se em terreno negativo, e os dois anos seguintes (2010, 2011), serão de crescimento e consolidação, ambos com ritmos diferentes. Para a recuperação económica norte-americana deverá haver efeitos como o estímulo fiscal, a melhoria de condições financeiras, o crescimento da procura externa, a normalização contabilística das empresas (apuramento do seu valor real) e a estabilidade do mercado imobiliário. Para a recuperação económica na zona Euro o plano adoptado na União Europeia assemelha-se ao dos Estados Unidos, especificamente ao nível fiscal de cada país e ao nível do mercado imobiliário. Contudo, existe um possível risco associado a estas políticas adoptadas como a facilidade de endividamento desgovernado das famílias. Por outro lado e apesar de se verificar uma taxa aforradora das famílias, esta pode diminuir com o ajustamento da economia. Em contrapartida existem aspectos positivos destas medidas como o aumento empresarial a nível do investimento, ainda que diminuto e um ligeiro aumento do comércio internacional, ainda que pouco significativo. Independentemente do plano adoptado, existe ainda um elevado grau de incerteza quanto ao sistema financeiro.
No caso de Portugal, a OCDE aponta para uma contracção do PIB em 2,8% este ano (2009), o que vai de encontro às estimativas do Banco de Portugal e da Comissão Europeia. Isto porque se verificou uma queda acentuada do investimento (13,6%), acrescida do consumo privado em -1% o que projecta a diminuição da procura interna. Relativamente à procura externa, apesar de esta ser negativa, verificou-se um contributo positivo das importações. Em 2010 e 2011 prevê-se um crescimento do PIB tendo como contributo as exportações e o investimento. Ao nível do emprego este diminuirá ainda mais até 2010, estagnando-se, e aumentando em 2011.
O mesmo organismo internacional, OCDE, prevê um agravamento do défice público (capacidade do PIB pagar o nível de endividamento do país) até 2011 (7,8%) e para combater esta situação serão necessárias reformas estruturais e incentivos ao sector empresarial (condições favoráveis às exportações e qualificação da mão-de-obra), mesmo que a longo prazo. Verificamos durante este período a intervenção das entidades governativas tanto ao nível político (estado nacional) como ao nível monetário (Banco Central Europeu). Por um lado houve a reestruturação legislativa e por outro a injecção monetária/aumento liquidez do mercado. É necessária agora a redução dos estímulos ao nível monetário, mas é necessário também ter em atenção o equilíbrio das contas públicas e o crescimento económico que se pretende atingir. Por fim salienta-se a importância da estabilidade de preços que poderá ficar em causa com o elevado nível de liquidez monetário.
2º trabalho
O Desenvolvimento no mundo
1 - O que é afinal um país desenvolvido?
Um país desenvolvido é um país que tem um PIB per capita superior e que possui um índice de desenvolvimento humano (IDH) elevado. Quais critérios devem ser utilizados e quais países podem ser classificados como desenvolvidos são questões controversas. Critérios económicos têm vindo a dominar as discussões. Um dos critérios utilizados é a renda per capita e o valor do produto interno bruto per capita de cada país. Outro critério económico é a industrialização. Os países onde os sectores terciário e quartenário da indústria predominam na economia são considerados desenvolvidos. Mais recentemente, uma outra medida, o Índice de Desenvolvimento Humano(IDH), começou a ser utilizado. O IDH mede três dimensões: riqueza, educação e esperança média de vida e é uma maneira padronizada de avaliação e medida do bem-estar de uma determinada população. Países que não entram em tais definições são classificados como países em desenvolvimento ou subdesenvolvidos.
2 – Exemplos de países desenvolvidos.
Estados Unidos, Japão, Alemanha, França, Inglaterra, Canadá, Espanha, Itália, Irlanda, Suíça, Austrália, Portugal.
3 – Quais são os aspectos chave para o desenvolvimento de um país?
São vários os aspectos que indiciam o desenvolvimento de um país, nomeadamente: ·Dominação económica; ·Apresentam estrutura industrial completa, produzem todos os tipos de bens; ·Agropecuária moderna e intensiva, emprego de máquinas e mão-de-obra especializada. ·Desenvolvimento científico e tecnológico elevado; ·Modernos e eficientes meios de transporte e comunicação; ·População urbana é maior que a população rural, são urbanizados. Ex: Inglaterra, EUA, Alemanha, etc. ·População activa empregada, principalmente, nos sectores secundário e terciário. Ex: Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha; ·Pequeno número de analfabetos; ·Elevado nível de vida da população; ·Boas condições de alimentação, habitação e saneamento básico; ·Reduzido crescimento populacional; ·Baixa taxa de natalidade e mortalidade infantil; ·Elevada expectativa de vida. 4. Porque há tantas diferenças entre o nível de desenvolvimento dos países?
Podemos verificar as diferenças entre o nível de desenvolvimento dos países através do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), que é uma medida comparativa que engloba três dimensões: Riqueza, educação e esperança média de vida. É uma maneira padronizada de avaliação e medida do bem-estar de uma população.
Critérios de avaliação Índice de educação – para avaliar a dimensão da educação o cálculo do IDH considera dois indicadores. O primeiro é a taxa de alfabetização de pessoas com 15 anos ou mais de idade – na maioria dos países, uma criança já concluiu o primeiro ciclo de estudos antes dessa idade. Por isso a medição do analfabetismo dá-se, tradicionalmente a partir dos 15 anos. O segundo indicador é a taxa de escolarização: somatório das pessoas, independentemente da idade, matriculadas em algum curso. Longevidade – a longevidade é avaliada considerando a esperança de vida ao nascer. Esse indicador mostra a quantidade de anos que uma pessoa nascida numa localidade, num ano de referência, deve viver. Renda – a renda é calculada tendo como base o PIB per capita do país. Classificação
Índice varia de zero (nenhum desenvolvimento humano) até 1 (desenvolvimento humano total), sendo os países classificados deste modo: ·Quando o IDH de um país está entre 0 e 0,499, é considerado baixo – país de desenvolvimento baixo (subdesenvolvido). ·Quando o IDH de um país está entre 0,500 e 0,799 é considerado médio – país de desenvolvimento médio (em desenvolvimento). ·Quando o IDH de um país está entre 0,800 e 0,899 é considerado elevado – país de desenvolvimento alto (em desenvolvimento). ·Quando o IDH de um país está entre 0,900 e 1, é considerado muito elevado – país de desenvolvimento muito alto (desenvolvido).
A pirataria é um crime de natureza económica que se baseia na utilização abusiva de uma obra protegida pelo direito de autor e direitos conexos e no caso de reprodução ilegítima de software pela lei da criminalidade informática. A pirataria do ponto de vista jurídico, é no essencial tipificada pelos crimes de usurpação, aproveitamento de obra usurpada, contrafacção e reprodução ilegítima de programas informáticos. Numa perspectiva menos técnica a pirataria é o mesmo que retirar (roubar) um bem a outrem, ou, utilizar abusivamente um bem que outrem lhe confiou para um determinado fim que não aquele que lhe veio a ser efectivamente dado.
Como é que a pirataria afecta a economia nacional e internacional?
A pirataria está a causar às editoras, distribuidoras de videojogos e videoclubes um prejuízo anual superior a vinte milhões de euros. Se a este valor acrescentarmos os prejuízos sofridos pelas operadoras de cabo pelo furto de sinal, então a ordem de grandeza duplicará. Ora, como estas importâncias resultam duma actividade criminosa, é obvio que não estão sujeitas a qualquer tributação de IVA ou IRC, antes pelo contrário dão origem a uma economia paralela, com ligações ao branqueamento de capitais e à fraude fiscal, lesando assim o estado português. Por outro lado, criam situações de concorrência desleal que tornam a subsistência das empresas que operam legalmente no mercado quase impossível, com as inevitáveis consequências que daí advêm ao nível do emprego.
O Cidadão está consciente das consequências da pirataria na sociedade?
Na realidade uma grande parte do cidadão não tem uma verdadeira consciência das consequências da pirataria, quer pelo fraco juízo de reprovação que sente por este crime, quer pelo desconhecimento da realidade que está subjacente a esta actividade. Por outro lado, são muitas as campanhas de intoxicação lançadas anonimamente que defendem e apoiam os delinquentes que fazem pirataria com argumentos que só colhem junto daqueles que não têm um verdadeiro sentido ético da vida nem demonstram qualquer sinal da cidadania.
Quais os tipos de Pirataria? Assistência Técnica - Um ponto que deve ser visto com muito cuidado é o de serviços prestados pelas assistências técnicas, uma vez que o próprio técnico pode instalar Softwares piratas sem o conhecimento do usuário. Deve-se ficar atento às recomendações de empresas e pessoas que prestam esses serviços e assegurar-se que trata-se de uma assistência confiável e certificadas pelas grandes empresas de Software. Pré-instalação não autorizada - neste modelo o consumidor compra uma máquina com Software pirata instalado, sem se aperceberem de que não se trata da versão original. Por se tratar de um computador já pronto para funcionamento, em que geralmente o usuário não acompanhou o processo de instalação, a ocorrência dessa prática pode acontecer despercebidamente. Essa prática pode ser evitada se o consumidor atentar-se para o COA – Certificate of Authenticity, que nada mais é do que um selo que atesta que o Software Microsoft instalado naquela máquina é original. Sem esse selo, o consumidor pode ter sido vítima da pirataria. CD-R Pirata - A primeira delas, e uma das mais praticada no Brasil é o famoso CD-R Pirata. O produto pirata é aquele que é encontrado em barraquinhas, tratando-se de uma versão mal acabada da original, geralmente sem embalagem, manual de instrução ou qualquer acessório que o acompanha, como um selo de garantia ou certificado de originalidade. Softwares piratas são, geralmente, vendidos em saquinhos plásticos com uma fotocópia da embalagem, ou com o nome escrito à mão no CD-R. Trata-se da duplicação ilegal com objectivo de obter lucro, geralmente sendo o seu preço muito menor do que sua versão original.
A Pirataria Impede o Desenvolvimento Económico Através de estudos e pesquisas comprovou-se que, a pirataria não trouxe prejuízos somente às empresas fabricantes dos materiais envolvidos em actos ilícitos, mas sim à economia de vários países em queda, ou seja com o crescimento das organizações de contrabando e narcotráfico, países como Portugal, China e Brasil contribuem com essa utilização de software ilegal. Na Europa o ranking de países que utilizam produtos ilegais torna-se assustador, com isso outros países deixam de investir nesses países, temendo que possa ser algo contagioso, ou seja, medo de perder investimentos implantados nesses países. Uma vez que deixam de entrar receitas nos cofres do Estado provenientes da cobrança de impostos, quem no final acaba por sair prejudicado são as próprias pessoas que incentivam o acto de pirataria.
Conclusões Finais Conclui-se que grande parte das pessoas sabe o que significa a pirataria, sabem que é um crime e mesmo assim continuam a praticar e presenciar esses actos na maioria das vezes dentro das suas próprias casas, o modo mais utilizado para praticar pirataria são os gravadores de CD´S. Fica-se a saber também que hoje em dia o motivo que influência as pessoas a praticarem a pirataria é o lado técnico, ou seja, querem adquirir conhecimento sobre as tecnologias de software existentes no marcado e também o lado do protesto contra os preços abusivos cobrados nos softwares. Por outro lado consegue-se perceber que a população encontra-se bastante dividida na questão de serem ou não a favor da pirataria, muitas das pessoas praticam mas não são totalmente a favor, acabam cometendo-a por protesto ou por falta de recursos disponíveis. Constata-se que o Brasil é um dos países que mais encontram formas de piratear produtos com direitos autorais no mundo, e essa fama deve-se ao facto de que o Brasil é um país subdesenvolvido, ainda está em processo de desenvolvimento político, tecnológico e cultural.
Contudo, percebe-se que a pirataria é uma questão de consciência social da população, uma vez que as pessoas sabem o que significa e continuam a cometer este crime. Por outro lado, os praticantes não sabem, ou não tem consciência de que se estão a prejudicar a si mesmo, além de comprometerem a economia do país.
A Associação Portuguesa de Software – ASSOFT – vai intensificar a luta contra a pirataria informática em Portugal através de uma nova campanha junto de empresas e outras entidades. O objectivo da campanha passa pela consciencialização de utilizadores e organizações sobre a necessidade de legalizar o software utilizado internamente.
3º Trabalho - Comentário de uma notícia
"Previsões de Outono da OCDE mostram recuperação gradual”
O texto apresentado mostra-nos, através das previsões macroeconómicas da OCDE analisadas por João Vítor Sousa, a recuperação gradual da economia norte-americana, europeia e posteriormente portuguesa, do Outono do ano corrente.
Verifica-se que a nível mundial o crescimento permanecerá negativo em 2009, contudo em 2010 atingirá um crescimento positivo de 3,4%, ainda que o desemprego continue em níveis elevados. É importante referir que o indicador utilizado para comparar o nível de crescimento destas zonas económicas é o PIB (produto interno bruto), que reflecte a procura interna (gasto público ₊ consumo privado ₊investimento) e a procura externa (o diferencial entre as exportações e as importações).
Analisando as economias norte-americana e europeia, estas deverão verificar uma recuperação económica positiva. Este ano ainda em contracção, irá situar-se em terreno negativo, e os dois anos seguintes (2010, 2011), serão de crescimento e consolidação, ambos com ritmos diferentes. Para a recuperação económica norte-americana deverá haver efeitos como o estímulo fiscal, a melhoria de condições financeiras, o crescimento da procura externa, a normalização contabilística das empresas (apuramento do seu valor real) e a estabilidade do mercado imobiliário. Para a recuperação económica na zona Euro o plano adoptado na União Europeia assemelha-se ao dos Estados Unidos, especificamente ao nível fiscal de cada país e ao nível do mercado imobiliário. Contudo, existe um possível risco associado a estas políticas adoptadas como a facilidade de endividamento desgovernado das famílias. Por outro lado e apesar de se verificar uma taxa aforradora das famílias, esta pode diminuir com o ajustamento da economia. Em contrapartida existem aspectos positivos destas medidas como o aumento empresarial a nível do investimento, ainda que diminuto e um ligeiro aumento do comércio internacional, ainda que pouco significativo. Independentemente do plano adoptado, existe ainda um elevado grau de incerteza quanto ao sistema financeiro.
No caso de Portugal, a OCDE aponta para uma contracção do PIB em 2,8% este ano (2009), o que vai de encontro às estimativas do Banco de Portugal e da Comissão Europeia. Isto porque se verificou uma queda acentuada do investimento (13,6%), acrescida do consumo privado em -1% o que projecta a diminuição da procura interna. Relativamente à procura externa, apesar de esta ser negativa, verificou-se um contributo positivo das importações. Em 2010 e 2011 prevê-se um crescimento do PIB tendo como contributo as exportações e o investimento. Ao nível do emprego este diminuirá ainda mais até 2010, estagnando-se, e aumentando em 2011.
O mesmo organismo internacional, OCDE, prevê um agravamento do défice público (capacidade do PIB pagar o nível de endividamento do país) até 2011 (7,8%) e para combater esta situação serão necessárias reformas estruturais e incentivos ao sector empresarial (condições favoráveis às exportações e qualificação da mão-de-obra), mesmo que a longo prazo. Verificamos durante este período a intervenção das entidades governativas tanto ao nível político (estado nacional) como ao nível monetário (Banco Central Europeu). Por um lado houve a reestruturação legislativa e por outro a injecção monetária/aumento liquidez do mercado. É necessária agora a redução dos estímulos ao nível monetário, mas é necessário também ter em atenção o equilíbrio das contas públicas e o crescimento económico que se pretende atingir. Por fim salienta-se a importância da estabilidade de preços que poderá ficar em causa com o elevado nível de liquidez monetário.
2º trabalho
O Desenvolvimento no mundo
1 - O que é afinal um país desenvolvido?
Um país desenvolvido é um país que tem um PIB per capita superior e que possui um índice de desenvolvimento humano (IDH) elevado. Quais critérios devem ser utilizados e quais países podem ser classificados como desenvolvidos são questões controversas. Critérios económicos têm vindo a dominar as discussões. Um dos critérios utilizados é a renda per capita e o valor do produto interno bruto per capita de cada país. Outro critério económico é a industrialização. Os países onde os sectores terciário e quartenário da indústria predominam na economia são considerados desenvolvidos. Mais recentemente, uma outra medida, o Índice de Desenvolvimento Humano(IDH), começou a ser utilizado. O IDH mede três dimensões: riqueza, educação e esperança média de vida e é uma maneira padronizada de avaliação e medida do bem-estar de uma determinada população. Países que não entram em tais definições são classificados como países em desenvolvimento ou subdesenvolvidos.
2 – Exemplos de países desenvolvidos.
Estados Unidos, Japão, Alemanha, França, Inglaterra, Canadá, Espanha, Itália, Irlanda, Suíça, Austrália, Portugal.
3 – Quais são os aspectos chave para o desenvolvimento de um país?
São vários os aspectos que indiciam o desenvolvimento de um país, nomeadamente:
· Dominação económica;
· Apresentam estrutura industrial completa, produzem todos os tipos de bens;
· Agropecuária moderna e intensiva, emprego de máquinas e mão-de-obra especializada.
· Desenvolvimento científico e tecnológico elevado;
· Modernos e eficientes meios de transporte e comunicação;
· População urbana é maior que a população rural, são urbanizados. Ex: Inglaterra, EUA, Alemanha, etc.
· População activa empregada, principalmente, nos sectores secundário e terciário. Ex: Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha;
· Pequeno número de analfabetos;
· Elevado nível de vida da população;
· Boas condições de alimentação, habitação e saneamento básico;
· Reduzido crescimento populacional;
· Baixa taxa de natalidade e mortalidade infantil;
· Elevada expectativa de vida.
4. Porque há tantas diferenças entre o nível de desenvolvimento dos países?
Podemos verificar as diferenças entre o nível de desenvolvimento dos países através do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), que é uma medida comparativa que engloba três dimensões: Riqueza, educação e esperança média de vida. É uma maneira padronizada de avaliação e medida do bem-estar de uma população.
Critérios de avaliação
Índice de educação – para avaliar a dimensão da educação o cálculo do IDH considera dois indicadores. O primeiro é a taxa de alfabetização de pessoas com 15 anos ou mais de idade – na maioria dos países, uma criança já concluiu o primeiro ciclo de estudos antes dessa idade. Por isso a medição do analfabetismo dá-se, tradicionalmente a partir dos 15 anos. O segundo indicador é a taxa de escolarização: somatório das pessoas, independentemente da idade, matriculadas em algum curso.
Longevidade – a longevidade é avaliada considerando a esperança de vida ao nascer. Esse indicador mostra a quantidade de anos que uma pessoa nascida numa localidade, num ano de referência, deve viver.
Renda – a renda é calculada tendo como base o PIB per capita do país.
Classificação
Índice varia de zero (nenhum desenvolvimento humano) até 1 (desenvolvimento humano total), sendo os países classificados deste modo:
· Quando o IDH de um país está entre 0 e 0,499, é considerado baixo – país de desenvolvimento baixo (subdesenvolvido).
· Quando o IDH de um país está entre 0,500 e 0,799 é considerado médio – país de desenvolvimento médio (em desenvolvimento).
· Quando o IDH de um país está entre 0,800 e 0,899 é considerado elevado – país de desenvolvimento alto (em desenvolvimento).
· Quando o IDH de um país está entre 0,900 e 1, é considerado muito elevado – país de desenvolvimento muito alto (desenvolvido).
Fontes:
www.wikipedia.org/wiki/primeiro_mundo
1º trabalho
A pirataria
A pirataria é um crime de natureza económica que se baseia na utilização abusiva de uma obra protegida pelo direito de autor e direitos conexos e no caso de reprodução ilegítima de software pela lei da criminalidade informática. A pirataria do ponto de vista jurídico, é no essencial tipificada pelos crimes de usurpação, aproveitamento de obra usurpada, contrafacção e reprodução ilegítima de programas informáticos. Numa perspectiva menos técnica a pirataria é o mesmo que retirar (roubar) um bem a outrem, ou, utilizar abusivamente um bem que outrem lhe confiou para um determinado fim que não aquele que lhe veio a ser efectivamente dado.
Como é que a pirataria afecta a economia nacional e internacional?
A pirataria está a causar às editoras, distribuidoras de videojogos e videoclubes um prejuízo anual superior a vinte milhões de euros. Se a este valor acrescentarmos os prejuízos sofridos pelas operadoras de cabo pelo furto de sinal, então a ordem de grandeza duplicará. Ora, como estas importâncias resultam duma actividade criminosa, é obvio que não estão sujeitas a qualquer tributação de IVA ou IRC, antes pelo contrário dão origem a uma economia paralela, com ligações ao branqueamento de capitais e à fraude fiscal, lesando assim o estado português. Por outro lado, criam situações de concorrência desleal que tornam a subsistência das empresas que operam legalmente no mercado quase impossível, com as inevitáveis consequências que daí advêm ao nível do emprego.
O Cidadão está consciente das consequências da pirataria na sociedade?
Na realidade uma grande parte do cidadão não tem uma verdadeira consciência das consequências da pirataria, quer pelo fraco juízo de reprovação que sente por este crime, quer pelo desconhecimento da realidade que está subjacente a esta actividade. Por outro lado, são muitas as campanhas de intoxicação lançadas anonimamente que defendem e apoiam os delinquentes que fazem pirataria com argumentos que só colhem junto daqueles que não têm um verdadeiro sentido ético da vida nem demonstram qualquer sinal da cidadania.
Quais os tipos de Pirataria?
Assistência Técnica - Um ponto que deve ser visto com muito cuidado é o de serviços prestados pelas assistências técnicas, uma vez que o próprio técnico pode instalar Softwares piratas sem o conhecimento do usuário. Deve-se ficar atento às recomendações de empresas e pessoas que prestam esses serviços e assegurar-se que trata-se de uma assistência confiável e certificadas pelas grandes empresas de Software.
Pré-instalação não autorizada - neste modelo o consumidor compra uma máquina com Software pirata instalado, sem se aperceberem de que não se trata da versão original. Por se tratar de um computador já pronto para funcionamento, em que geralmente o usuário não acompanhou o processo de instalação, a ocorrência dessa prática pode acontecer despercebidamente. Essa prática pode ser evitada se o consumidor atentar-se para o COA – Certificate of Authenticity, que nada mais é do que um selo que atesta que o Software Microsoft instalado naquela máquina é original. Sem esse selo, o consumidor pode ter sido vítima da pirataria.
CD-R Pirata - A primeira delas, e uma das mais praticada no Brasil é o famoso CD-R Pirata. O produto pirata é aquele que é encontrado em barraquinhas, tratando-se de uma versão mal acabada da original, geralmente sem embalagem, manual de instrução ou qualquer acessório que o acompanha, como um selo de garantia ou certificado de originalidade. Softwares piratas são, geralmente, vendidos em saquinhos plásticos com uma fotocópia da embalagem, ou com o nome escrito à mão no CD-R. Trata-se da duplicação ilegal com objectivo de obter lucro, geralmente sendo o seu preço muito menor do que sua versão original.
A Pirataria Impede o Desenvolvimento Económico
Através de estudos e pesquisas comprovou-se que, a pirataria não trouxe prejuízos somente às empresas fabricantes dos materiais envolvidos em actos ilícitos, mas sim à economia de vários países em queda, ou seja com o crescimento das organizações de contrabando e narcotráfico, países como Portugal, China e Brasil contribuem com essa utilização de software ilegal. Na Europa o ranking de países que utilizam produtos ilegais torna-se assustador, com isso outros países deixam de investir nesses países, temendo que possa ser algo contagioso, ou seja, medo de perder investimentos implantados nesses países. Uma vez que deixam de entrar receitas nos cofres do Estado provenientes da cobrança de impostos, quem no final acaba por sair prejudicado são as próprias pessoas que incentivam o acto de pirataria.
Conclusões Finais
Conclui-se que grande parte das pessoas sabe o que significa a pirataria, sabem que é um crime e mesmo assim continuam a praticar e presenciar esses actos na maioria das vezes dentro das suas próprias casas, o modo mais utilizado para praticar pirataria são os gravadores de CD´S. Fica-se a saber também que hoje em dia o motivo que influência as pessoas a praticarem a pirataria é o lado técnico, ou seja, querem adquirir conhecimento sobre as tecnologias de software existentes no marcado e também o lado do protesto contra os preços abusivos cobrados nos softwares. Por outro lado consegue-se perceber que a população encontra-se bastante dividida na questão de serem ou não a favor da pirataria, muitas das pessoas praticam mas não são totalmente a favor, acabam cometendo-a por protesto ou por falta de recursos disponíveis. Constata-se que o Brasil é um dos países que mais encontram formas de piratear produtos com direitos autorais no mundo, e essa fama deve-se ao facto de que o Brasil é um país subdesenvolvido, ainda está em processo de desenvolvimento político, tecnológico e cultural.
Contudo, percebe-se que a pirataria é uma questão de consciência social da população, uma vez que as pessoas sabem o que significa e continuam a cometer este crime. Por outro lado, os praticantes não sabem, ou não tem consciência de que se estão a prejudicar a si mesmo, além de comprometerem a economia do país.
A Associação Portuguesa de Software – ASSOFT – vai intensificar a luta contra a pirataria informática em Portugal através de uma nova campanha junto de empresas e outras entidades. O objectivo da campanha passa pela consciencialização de utilizadores e organizações sobre a necessidade de legalizar o software utilizado internamente.
Fonte:
www.fevip.org
http://partner.microsoft.com/brasil/licensing/40029356
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AVALIAÇÃO: Tema interessante, mas pesquisa insuficiente.-